Economia e gripe: como a variante “K” pode aumentar custos sociais e afetar produtividade

A disseminação precoce do subclado K do vírus influenza A tem implicações que vão além da saúde. Especialistas em economia da saúde alertam que surtos intensos podem resultar em custos diretos (como hospitalizações) e indiretos — por meio de absenteísmo no trabalho, redução de produtividade e pressão sobre serviços essenciais. [oai_citation:29‡iG Saúde](https://saude.ig.com.br/2025-12-16/gripe-k–variante-do-influenza-leva-oms-a-emitir-alerta-para-2026.html?utm_source=chatgpt.com)

Custos diretos vs. indiretos

CategoriaImpacto estimado
HospitalizaçõesCustos diretos elevados
Faltas ao trabalhoPerda de produtividade
Uso de serviços de saúdeAumento de demanda
Inserção de medidas preventivasInvestimento em vacinação
“Epidemias de influenza podem pressionar setores públicos e privados simultaneamente”, afirma o economista da saúde Dr. Eduardo Fernandes.

Vacinação como estratégia econômica

Estudos demonstram que a vacinação contra influenza não apenas reduz hospitalizações, mas também aumenta dias produtivos em setores que dependem de força de trabalho presencial. [oai_citation:30‡iG Saúde](https://saude.ig.com.br/2025-12-16/gripe-k–variante-do-influenza-leva-oms-a-emitir-alerta-para-2026.html?utm_source=chatgpt.com)

“Cada real investido em vacinação pode gerar retorno social e econômico”, conclui a pesquisadora em economia da saúde Maria Oliveira.

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